terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Uma semana antes morrer em banco, empresário denunciou vigia em MT
Uma semana antes de ser assassinado, o empresário Adriano Henrique Maryssael de Campos, de 73 anos, denunciou que era constantemente barrado na porta giratória da agência do Banco Itaú, na Avenida Carmindo de Campos, em Cuiabá, conforme consta no inquérito policial do caso que o G1 teve acesso.
Na ocasião, Adriano disse à gerência do banco que era impedido de entrar no local pelo segurança Alexsandro Abilio de Farias, 28 anos, que aparece nas imagens do circuito interno matando a tiros o empresário. O vigia é considerado foragido pela Justiça de Mato Grosso.
O advogado Janoni Pereira, que defende o ex-vigilante, disse em entrevista ao G1 que o suspeito pretende se apresentar em outra oportunidade quando passar o “clamor do público”. Ele disse que o vigilante está com medo de sofrer represália e que assim que for feita a denúncia do Ministério Público deverá prestar informações em juízo.
Ação no RJ prende cinco suspeitos de integrar quadrilha e apreende dinheiro
Policiais civis prenderam na manhã desta terça-feira (20), no Rio de Janeiro, cinco suspeitos de envolvimento com uma quadrilha de contraventores no estado. Três dos presos, entre eles dois policiais militares, respondem por contravenção, homicídio e formação de quadrilha.
As outras duas pessoas (duas mulheres) foram presas em flagrante, por posse ilegal de armas, segundo a Secretaria estadual de Segurança Pública.
A ação Tempestade no Deserto tem por objetivo cumprir oito mandados de prisão e 11 de busca e apreensão. Cinco pessoas seguem foragidas. A meta é desarticular uma quadrilha investigada por envolvimento em homicídios e outros crimes cometidos em meio à disputa pelo espólio do contraventor Waldomir Paes Garcia, o Maninho, morto em 2004.
Ainda de acordo com a Secretaria de Segurança, uma das mulheres presas em flagrabte é ex-esposa de Maninho. A outra suspeita é uma esposa de um policial militar, que está foragido. Elas pagaram fiança e foram liberadas.
Ainda de acordo com a secretaria, foram apreendidos dezenas de joias, relógios de marcas famosas, R$ 38.600, 9.550 euros e US$ 7.100. A operação continua em andamento.
A operação é um trabalho conjunto da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSINTE), Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público.
A Polícia Civil informou que também foram apreendidos um carro e armas.
20/12/2011 13h00 - Atualizado em 20/12/2011 19h03
Ação no RJ prende cinco suspeitos de integrar quadrilha e apreende dinheiro
Entre os presos está um policial militar suspeito de contravenção.
Foram apreendidos dezenas de joias, relógios e mais de R$ 30 mil.
Do G1 RJ
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Policiais civis prenderam na manhã desta terça-feira (20), no Rio de Janeiro, cinco suspeitos de envolvimento com uma quadrilha de contraventores no estado. Três dos presos, entre eles dois policiais militares, respondem por contravenção, homicídio e formação de quadrilha.
As outras duas pessoas (duas mulheres) foram presas em flagrante, por posse ilegal de armas, segundo a Secretaria estadual de Segurança Pública.
A ação Tempestade no Deserto tem por objetivo cumprir oito mandados de prisão e 11 de busca e apreensão. Cinco pessoas seguem foragidas. A meta é desarticular uma quadrilha investigada por envolvimento em homicídios e outros crimes cometidos em meio à disputa pelo espólio do contraventor Waldomir Paes Garcia, o Maninho, morto em 2004.
Jóais são apreendidas em operação contra quadrilha armada. (Foto: Dennys Coelho/Secretaria de Segurança)Joia em formato de fuzil é apreendida
(Foto: Dennys Coelho/Secretaria de Segurança)
Ainda de acordo com a Secretaria de Segurança, uma das mulheres presas em flagrabte é ex-esposa de Maninho. A outra suspeita é uma esposa de um policial militar, que está foragido. Elas pagaram fiança e foram liberadas.
Ainda de acordo com a secretaria, foram apreendidos dezenas de joias, relógios de marcas famosas, R$ 38.600, 9.550 euros e US$ 7.100. A operação continua em andamento.
A operação é um trabalho conjunto da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSINTE), Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público.
A Polícia Civil informou que também foram apreendidos um carro e armas.
Operação contra quadrilha armada apreende dinheiro e jóias. (Foto: Dennys Coelho/Secretaria de Segurança)Operação apreende dinheiro e joias (Foto: Dennys Coelho/Secretaria de Segurança)
Ex-oficiais do Bope denunciados
As prisões estão relacionadas a uma denúncia oferecida pelo Gaeco na 2ª Vara da Comarca de Cachoeiras de Macacu, na Região das Baixadas Litorâneas. A denúncia aponta oito pessoas como integrantes de uma quadrilha envolvida na exploração de caça níqueis e tentativas de homicídio. São elas: um policial civil, quatro policiais militares (entre eles dois ex-oficiais do Bope e outro apontado como chefe de segurança do bando) e mais três pessoas. De acordo com o MP-RJ, a quadrilha seria liderada por uma mulher apontada como responsável pela exploração ilícita de caça-níqueis.
Num dos incidentes descritos na denúncia, o policial civil e três dos PMs teriam tentado matar um homem e outras três pessoas na madrugada do dia 10 de maio de 2008, por ordem da chefe da quadrilha que disputa o espólio de Maninho.
Na ocasião, as vítimas conseguiram fugir, apesar de um dos carros que as transportavam ter sido atingido por 37 tiros. O alvo dessa tentativa de emboscada acabou sendo morto em janeiro de 2009, em Ipanema, de acordo com o MP-RJ.
O quarto policial militar denunciado é suspeito de ser o segurança da chefe da quadrilha e de ser responsável por saldar as despesas de manutenção de uma fazenda onde eram armazenadas as armas da quadrilha.
Segundo a denúncia do MP-RJ, os policiais utilizavam armamento pessoal e armas de origem clandestina nas atividades criminosas exercidas pela quadrilha.
Astrônomos encontram dois planetas do tamanho da Terra
Astrônomos da sonda espacial Kepler anunciaram nesta terça-feira (20) a descoberta de mais dois planetas fora do Sistema Solar: “Kepler-20e” e “Kepler-20f”. Os dois são os primeiros dentre os descobertos a ter quase exatamente o mesmo tamanho que a Terra. Eles também orbitam uma mesma estrela parecida com nosso Sol.
O 20f tem praticamente o mesmo raio da Terra e o 20e é um pouquinho menor (mais ou menos do tamanho de Vênus). São os dois menores já descobertos fora da nossa vizinhança. Eles estão a 950 anos-luz de distância.
Segundo o líder do grupo, François Fressin, a equipe acredita que eles possam ter uma composição parecida com a do nosso planeta, com um núcleo ferroso e um manto. Eles suspeitam também que o 20f possa ter uma atmosfera com vapor d’água.
O grande número de “exoplanetas” (como são chamados os que existem fora do Sistema Solar) descobertos recentemente é fruto de uma verdadeira “caça ao tesouro” feita por astrônomos em busca de um planeta “gêmeo” da Terra. O objetivo, é claro, é encontrar um outro mundo capaz de abrigar alguma forma de vida.
O sistema estelar da dupla é composto ainda por outros três planetas maiores. Todos os cinco estão mais perto de sua estrela do que Mercúrio está do Sol.
Os astrônomos também notaram uma coisa interessante, que desafia o que sabemos sobre a formação de planetas. Por aqui, os astros rochosos e pequenos (como Terra, Marte, Vênus e Mercúrio) ficam mais perto do Sol enquanto os gigantes gasosos (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) ficam mais longe. No sistema de Kepler 20, no entanto, a organização é intercalada entre planetas grandes e pequenos.
O trabalho será publicado em uma edição futura da revista científica” Nature”
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Tumor de Lula regride 75%, diz médico
O tratamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou resultados satisfatórios até o momento. Na equipe médica, o clima é de otimismo. Os exames realizados hoje por Lula apontaram regressão do câncer de laringe, segundo o cardiologista Roberto Kalil Filho, médico e amigo do ex-presidente há 20 anos.
A tomografia e a laringoscopia (exame realizado com anestesia local para identificar lesões na laringe) revelaram que o tumor diminuiu. "O tumor diminuiu 75%", disse Kalil. "O estado clínico dele é muito bom", disse. Um sinal da redução do tumor é a voz de Lula, atualmente menos rouca que no momento do diagnóstico do câncer.
O ex-presidente foi submetido também a um exame de PET-Scan, uma ressonância magnética de corpo inteiro que aponta mudanças metabólicas no organismo. Ela é capaz de diagnosticar tumores em fase muito inicial e afastar a hipótese de metástase. O exame não apontou nada de anormal.
Lula começou hoje mesmo a última sessão de quimioterapia. Como a quimioterapia deu bons resultados, a hipótese de cirurgia está afastada no momento. O próximo passo do tratamento será a radioterapia. Ela deve ocorrer em janeiro. A previsão é que o tratamento esteja encerrado
J-RJ decide que PMs acusados pela morte de juíza irão ao Tribunal do Júri
O Tribunal de Justiça decretou nesta segunda-feira (12) que todos os 11 policiais militares acusados de participar da morte da juíza Patricia Acioli sejam julgados pelo júri popular. A decisão foi do juiz da 3ª Vara Criminal de Niterói, Peterson Barroso Simão. Os advogados que fazem a defesa dos PMs disseram que vão entrar com recurso contra a decisão.
Patricia Acioli morreu em 11 de agosto, após ser atingida por 21 tiros, quando chegava em casa, em Piratininga, na Região Oceânica de Niterói. A informação foi publicada no blog do colunista de O Globo, Ancelmo Góis.
Os 11 réus respondem por homicídio triplamente qualificado e por formação de quadrilha armada, já que também são acusados de ficar com o espólio do tráfico de drogas - armas e dinheiro apreendidos durante operações em favelas de São Gonçalo. Apenas o PM Handerson Lents, do batalhão de Niterói, não é acusado pelo segundo crime, pois segundo as investigações, ele não pertencia à quadrilha, somente teria conduzido, um mês antes do fato, três PMs à residência da vítima, com o objetivo de identificar e apontar o local.
“Alguém matou uma Juíza. Muito mais que Juíza – um ser humano, mulher, mãe e cidadã. A apuração da responsabilidade penal é a razão deste processo”, ressaltou o juiz na decisão.
Transferência de PMs
O magistrado pediu ainda a transferência do ex-comandante do 7º BPM (São Gonçalo) Cláudio Oliveira, acusado de ser o mentor do crime, e do tenente Daniel Benitez, que comandava o Grupamento de Apoio Tático (GAT) do batalhão de São Gonçalo, para um presídio de segurança máxima federal, pelo prazo inicial de 180 dias, sob regime disciplinar diferenciado para presos provisórios.
O juiz também determinou que o policial Jefferson Aráujo, preso na Divisão Antissequestro, seja transferido para um presídio de segurança máxima no Rio. Ele foi um dos réus que aceitou a delação premiada. No entanto, durante o depoimento prestado à Justiça em novembro, ele mudou de versão e negou as informações contidas em sua delação.
O advogado do ex-comandante Cláudio Oliveira, Manuel de Jesus Soares, informou que pretende entrar ainda nesta segunda-feira com um recurso para revogar as duas decisões da Justiça. A defesa do PM Sammy Quintanilha, o advogado Anderson Yuji Ito, também disse que vai recorrer da decisão.
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